As evidências do estudo de impacto realizado em Portugal e de estudos internacionais, fundamentam que o CriAtividade® desenvolve as seguintes competências:

Interesse pelo futuro positivo de todos

Confiança na resolução de problemas

Lidar com assuntos complexos

Criatividade (ter muitas ideias, diferentes e originais)

Pensamento crítico (analisar, selecionar e avaliar informação)

Metacognição

Curiosidade

Identificação e comunicação de problemas

Comunicação escrita

Comunicação verbal

Trabalho em equipa

Interesse por temas diferentes

Motivação para aprofundar conhecimentos

Capacidade em estabelecer relações entre assuntos diferentes

Liderança

Gestão de tempo

Aprendizagem de conteúdos académicos

Relacionamento interpessoal empático

Lidar com a competição

Aplicar de competências e conhecimentos

Decisão vocacional

Pensamento estratégico

Lidar com problemas complexos

Autoconfiança

Motivação para a aprendizagem

Pensamento inovador


Tem também um elevado potencial para reduzir o insucesso escolar

Os resultados mostram que os alunos que participaram no CriAtividade aumentam em média 17% a avaliação de Português, 9% a de Matemática, face ao grupo que não participou no CriAtividade.

Amostra: jovens portugueses (131 alunos do 3º ciclo do Ensino Básico, de idades compreendidas entre os 12 e os 15 anos);  recorrendo-se a grupo experimental (N=67) e de controlo (N=64) e avaliando-se ambos nos momentos de pré e pós teste. A aplicação do programa durou 7 meses em ambiente extra curricular.


Estudos de impacto internacionais

Estudos internacionais que fundamentam as competências indicadas.

Estudo de Impacto, em Portugal

Âmbito da intervenção: Pós Doutoramento, Universidade do Minho e apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia (SFRH/BPD/80825/2011).

Objetivos: avaliar os efeitos do FPSPI™ em adolescentes portugueses, considerando competências criativas variadas – Fluência, Originalidade, Elaboração, Abstração dos Títulos, Resistência ao Fechamento e Forças Criativas, assim como uma classificação genérica de criatividade.

População do estudo: 131 alunos do 3º ciclo do Ensino Básico português (grupo experimental: 67; grupo controlo: 64), alunos de duas escolas privadas, das cidades de Porto e de Lisboa.

Idades e género: 12 e os 15 anos (M = 13,08; DP = 0,888). Distribuição por género: Grupo experimental – 36 raparigas e 31 rapazes; Grupo de controlo – 36 raparigas e 28 rapazes.

Instrumentos utilizados:

Para a avaliação da criatividade, foi aplicado o TTCT® – Testes de Pensamento Criativo de Torrance, Versão Figurativa (Forma A), adaptada para Portugal (Azevedo, 2007).

Usou-se ainda a Escala de Perceções sobre a Eficácia do FPSPI™, recentemente elaborada (Azevedo, Morais & Martins, submetido).

Resultados

Os resultados vêm reforçar os efeitos positivos de programas de treino face a competências de resolução criativa de problemas.

Por fim, face a indicadores escolhidos por mentores experientes do FPSPI™ e posteriormente validados estatisticamente (como motivação para aprender, gestão do tempo, criatividade ou lidar com a competição), os participantes demonstraram perceções de eficácia do programa muito positivas.